Arquivo da categoria: História

Um ode ao velho e bom rock

Eram os anos 60. No início apenas se via músicos tendencionistas e politicamente corretos. Mesmo a febre Beatles. Porém, um certo americano de apenas 21 anos revolucionaria para sempre o cenário do rock. Portando a tradicional camiseta xadrez, acompanhada de jeans e cigarros, Bob Dylan passava de bar em bar cantarolando suas estórias.

Começou em bandas simplórias de rock, se inspirado em Little Richard e Buddy Holly. Contudo foi quando ingressou na Universidade que ele passou para o estilo que o eternizaria como um dos maiores artistas do mundo, a folk music, dessa vez se esmerando em Woody Guthrie, a lenda do folk. À época, ainda era Robert Allen Zimmermann, cuja principal ambição era ‘unir-se à Little Richard’.

Já como Bob Dylan (a origem do nome pode ser vista na biografia completa na sequência do post), o cantor já estava se tornando conhecido. Foi em 1962, com o lançamento do lendário The Freewheelin’ Bob Dylan, segundo álbum de estúdio do cantor, que Bob Dylan surgiu para o mundo.

Com sua voz arrastada e letras ácidas, Dylan marcou uma nova era para o rock, e influencia até hoje. Seus diversos sucessos foram regravados por artistas como Eric Clapton e Rolling Stones. Em 1964, um fã declarado de Dylan era John Lennon – então deus-vivo do rock. Aliás, Lennon disse se inspirar muito no cantor americano.

Mesmo não estando no foco dos holofotes como há quase 50 anos atrás, Bob Dylan se eternizou no Olimpo do rock. Sua música é ouvida, cantada e regravada por muitos, e sua contribuição para o rock jamais será esquecida.

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Afinal, o que são os Illuminati?

No livro Anjos e Demônios, de Dan Brown, o professor Robert Langdon faz uma descoberta assustadora. Ao analisar o peito de um físico assassinado, ele vê a marca de uma antiga fraternidade secreta conhecida como Illuminati – a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Seus membros ressurgem das sombras para concluir a batalha contra seu pior inimigo: a Igreja Católica.

Parece mesmo livro de ficção. No entanto, muitos pesquisadores garantem que há algo de verdade nessa história. E vão além, dizendo que os Illuminati estão por aí até hoje e pretendem acabar com as identidades nacionais, destronar os monarcas e estabelecer o que chamam de Nova Ordem Mundial – uma espécie de governo global dominado por meia dúzia de mentes brilhantes. “Graças à fuga de vários membros dos illuminati, começamos a conhecer a existência de um plano infernal que pretende submeter 99% da humanidade aos caprichos malvados de 1%”, diz o escritor e numerólogo americano Robert Goodman, que acaba de lançar na Espanha El Libro Negro de los Illuminati (“O Livro Negro dos Illuminati”, inédito no Brasil).

Os mais perfeitos

Goodman joga no time dos “teóricos da conspiração”, que vêem rastros da antiga irmandade em todo canto – dos atentados do 11 de Setembro à morte de Diana, a princesa de Gales. Outros investigadores são menos alarmistas, mas não deixam de expressar medo. “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”, diz a americana Sylvia Browne, autora de As Sociedades Secretas Mais Perversas da História. “Embora 75% do que se diz sobre eles seja especulação, preocupo-me com os outros 25%.”

Ao longo dos séculos, o termo illuminati (“iluminados”, em latim) foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico: diz que a luz e a escuridão (Deus e o Diabo) estão em constante disputa para reclamar a alma das pessoas.

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As verdades por trás do Ouija

Para muitos é a melhor forma de contatar com o mundo dos mortos; para outros é um fenômeno físico, que possui diversas explicações científicas para os acontecimentos misteriosos. De qualquer ponto de vista, o tabuleiro Ouija, ou mais conhecido aqui no Brasil, Jogo do Copo, é uma “brincadeira” polêmica.

Não se sabe exatamente o ano de sua criação, mas o Ouija ficou famoso em 1848, quando as irmãs norte-americanas Kate e Margaret Fox supostamente contataram através do tabuleiro um vendedor que já estava morto há 17 anos. Depois do episódio, um febre espiritualista se espalhou nos EUA e na Europa. O inventor do formato original e usado até hoje do tabuleiro, foi o espiritualista M. Planchette.

O tabuleiro ficou famoso mundialmente e na virada do século, já era uma espécie de Banco Imobiliário, com as vendas crescendo cada vez mais. Porém alguns relatos misteriosos começaram a aparecer. Pessoas afirmavam que os espíritos que eram contatados pelo tabuleiro não saíam mais do local onde fora realizado o jogo, assombrando as famílias. Enquanto os fervorosos espíritas esbravejavam por uma intervenção contra esse portal do inferno – sim, eles chamavam assim o tabuleiro Ouija -, cientistas já apresentavam explicações plausíveis sobre os fenômenos que aconteciam durante uma sessão.

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Mais Segunda Guerra Mundial nos cinemas

A Segunda Guerra Mundial já acabou há 65 anos, porém as suas várias batalhas continuam fascinando os olhos do mundo inteiro. Pensando nisso, a Warner Bros comprou os direitos de um roteiro escrito por Bruce C. Makenna, roteirista principal da aclamada série The Pacific.

Com base no que já foi divulgado, a história se passaria na famosa Batalha de Midway, seis meses após o ataque a Pearl Harbor, em 1942. Batalha de Midway também seria o nome provisório do longa.

A importância dessa batalha se tem por ela ter sido a que marcou a virada norte-americana no cenário da guerra, que até aquele momento havia sido dominada pelos japoneses. A marinha japonesa saiu com o prejuízo de quatro porta-aviões abatidos, um cruzador e 200 marinheiros, depois de tentar fracassadamente invadir o atol de Midway.

A Warner já anunciou que liberará incríveis US$ 200 milhões para o orçamento do filme, o que já faz com que se crie uma enorme expectativa quanto aos efeitos. Makenna ainda não terminou de escrever o roteiro, mas ainda possui oito semanas para finalizá-lo antes do começo das gravações. Provavelmente o filme será em 3D.

Internacional, bicampeão da Libertadores da América

Eu como um blogueiro, que tenho que tentar lidar e agradar a qualquer tipo de público, sempre fui instruído por blogueiros amigos de longa data de que é aconselhável manter em segredo para qual time do Brasil eu torcia, afim de não causar nenhuma discussão que fizesse com que visitantes de outros times não entrassem mais no blog.

A verdade é, que será difícil alguém encontrar um colorado mais apaixonado e fanático pelo time que eu. Obviamente me controlo aqui no blog, porque aqui é meio que meu ‘trabalho’. A noite de 0ntem certamente entrará para a história.

Ontem às 15h, estava pegando o Trensurb aqui em São Leopoldo, rumo a Porto Alegre, cidade que abriga o melhor estádio do mundo, Gigante da Beira Rio. Eram mais ou menos 17h quando desci do ônibus no Praia de Belas, um shopping que fica perto do Beira Rio. O número gigantesco de colorados caminhando em direção ao Gigante,  entoando os gritos de torcida, especulando sobre como seria o jogo de mais tarde era. Enfim, felizes. Felizes por torcerem para um time que vem ganhando tudo nos ultimos tempos.

Fiquei das 17h até umas 21h na frente do Portão 7 – que todos os colorados sabem que é o portão por onde entra a saudosa Guarda Popular – , gritando e pulando com meus amigos. Quando entrei, 40 mil colorados já faziam festa, como se já estivessem previndo o desfecho da noite. Até o início do jogo, esse numero cresceu para 54 mil. Tudo conspirando para a noite se tornar cada vez mais perfeita.

Depois do início do jogo, durante quase o primeiro tempo inteiro, a Popular cantou e empurrou o time, pois sabia que o título já era praticamente do Inter. Aí veio o gol de Bautista aos 42 minutos. E aí veio a surpresa de todos no Brasil que acompanhavam Galvão Bueno, a torcida do Inter começou a cantar mais alto ainda, não deixando o time na mão, ao contrário do que outras torcidas costumam fazer.

Durante o intervalo, houve a habitual pausa, onde todos descansam, comem e vão ao banheiro. Aproveitam também para conversar com os colorados em volta sobre o jogo. Um comentário de um desses colorados me fez pular com o mesmo no final do jogo. Ele olhou para mim e soltou : ” Se o Sóbis fizesse um gol justamente na final, o rendimento dele no Brasileirao iria aumentar. Outro que deveria entrar é o nosso herói Giuliano. Tenho certeza que ele vai fazer gol”. Não sei se Nostradamus baixou nele, só sei que aos 16 minutos do segundo tempo, Rafael Sóbis quase quebra o braço, estica a perna e tromba com o goleiro do Chivas para marcar o primeiro gol do título. Leandro Damião, um guri que nunca havia entrado num jogo de Libertadores, fez um lindo gol aos 30 minutos. Giuliano, para completar a profecia do meu camarada de torcida, encerrou o score colorado ao marcar o gol mais bonito da partida aos 45 minutos do segundo tempo. Celso Roth, um dos maiores responsáveis por essa conquista, saiu de campo com mais prestigio ainda, pois foi dele a decisão de botar Damião e Giuliano. O Chivas ainda descontou aos 47, mas nada que interferisse na festa que estava já se armando desde que Sobis fez o primeiro gol.

Ficamos no estádio assistindo o apogeu colorado no campo e nas arquibancadas. Pessoas que nunca se viram se abraçavam como amigos de infância. Lágrimas de alegria escorriam. Indescritível é a palavra certa para o sentimento que estávamos todos os 50 mil sentindo. Não há palavras que descrevam como é bom torcer para o time que é cada vez mais campeão de tudo. Quando tudo na vida está num momento de tristeza, sempre sei que com o Inter as alegrias virão.

Obrigado Sport Club Internacional, por todas as glórias e alegrias que anualmente você me dá. Obrigado especialmente a Giuliano, com certeza o principal responsável por estarmos com o título. Obrigado Celso Roth, por endireitar o time. Obrigado a todos os colorados que torceram comigo ontem, jamais me esquecerei dessa noite. Obrigado a minha mãe, por me fazer colorado. Obrigado Fernando Carvalho por transformar o Inter no melhor time do país e, em dezembro, do mundo.

Inter, estaremos contigo, tu és minha paixão. Não importam o que digam, sempre levarei comigo minha camisa vermelha e cachaça na mão. O gigante me espera, para começar a festa.

SPORT CLUB INTERNACIONAL, BICAMPEÃO DA AMÉRICA 2006-2010

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A verdadeira história do Santo Graal

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Esse post pode parecer desinteressante à todos que tiveram já o prazer de ler O Código da Vinci. Mas para aqueles que ainda não leram a obra prima de Dan Brown, as palavras que se seguirão irão lhes impressionar bastante. E antes que os religiosos e crentes já me tripudiem em xingamentos e protestos, as teorias e idéias que eu irei apresentar nesse post são baseadas no que o livro informa, e se quiserem reclamar, vão lá reclamar com ele! Ou melhor: vão ler a Bíblia.

Qual a imagem que surge na sua cabeça quando ouve o nome Santo Graal? Certamente um cálice suntuoso, dourado e cheio de rubis ou pedras preciosas cravejadas ao seu redor. Apartir de hoje então, toda vez que ouvirem Santo Graal, tentem imaginar o corpo esbelto de uma mulher. Esquisito? Pois é esse o verdadeiro formato do ‘cálice’. E ele (a) pode continuar sendo considerado um cálice.

Antigamente, os símbolos que definem o sexo de uma pessoa não eram os mesmos dos tempos atuais. O símbolo masculino era como o sinal de maior ou menor, só que com a ‘boca’ virada para baixo; o feminino naturalmente é o oposto, com a ‘boca’ virada para cima. Não percebeu nada no símbolo feminino? Experimente desenhar em uma folha o símbolo, e para facilitar a compreensão, faça um risco vertical logo abaixo do símbolo. Agora você sabe o porquê do ‘cálice sagrado’.

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2012: O Ano Apocalíptico

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Como prometido, eu fiz uma procura incessante pela santa internet, e reuni todas as informações possíveis para alguém entender a explicação desse medo que gira em torno do apocalíptico ano de 2012. O texto é bem extenso, mas lhes garanto que ao terminarem de ler, vocês terão conhecimento de qualquer fato relacionado ao ano.

E parece que não, mas muita coisa já tem sido feita para prevenção do que pode acontecer em 2012; já ouviram falar no cofre do fim do mundo? É, medidas assim que parecem um tanto exageradas, mas que podem vir a calhar dependendo da catástrofe que nos espera.

Uma teoria como essa com certeza deveria ser considerada mais uma para o infinito grupo das ‘Teorias da Conspiração’, onde nunca é levado a sério nenhuma das baboseiras que aparecem diariamente à nossa vista. Mas então por que o ano de 2012 não foi mais simples teoria conspiratória? Simples: porque o mundo pode acabar sim, e cada dia surge mais provas disso. Querem uma evidência extremamente clara? Já ouviram falar no ‘pequeno’ problema chamado Aquecimento Global? É, um derretimento das calotas polares e um aumento enorme do nível dos oceanos, desencadearia uma série de catástrofes, tais como tsunamis a toda hora em todas as costas litorâneas do mundo. E praiazinha no final do ano com a família? Podem dar adeus aos melhores momentos do ano. E quem será que é o culpado? O seu cachorro? A planta que sua mãe rega todos os dias? Não, são nós mesmos que literalmente cavamos e continuamos cavando a nossa cova.

Está claro que algo vai acontecer. Pode não ser necessariamente no ano de 2012, mas que nos próximos 10 anos a Terra não será mais a mesma, isso será! Leia todo o texto, clicando no link logo abaixo. Espero que gostem!

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Quem realmente foi o ‘conde Drácula’?

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Muitas crianças e até adultos quando ouvem falar em alguma história de terror já vêm à cabeça imagens do conde Drácula, ou lobisomem, ou uma dessa criaturas sempre presentes em histórias de terror. O que muitos não sabem é sobre o personagem que Bram Stoker se inspirou para construir a figura do Drácula.

Vlad III Draculea foi imperador otomano em duas ocasiões, ‘morrendo’ em 1476 (as ‘aspas’ foram em referência à lenda de que Vlad ainda está vivo).  O imperador era bastante conhecido por seus métodos aterrorizantes de tortura e morte aos seus inimigos. Só para citar um: consistia em enfiar uma estaca de madeira no ânus e atravessar o corpo inteiro, deixando o inimigopendurado’, até morrer.

Esses e outros métodos foram regendo a fama de Vlad, a qual inspirou o vampiro mais famoso de todos os tempos. Porém a infância de Vlad, ao contrário da maioria dos ‘perturbados’, foi a mais ‘realeza’ possível, com educação à nível de príncipe. O que acendeu seu lado guerrilheiro foi o treinamento realizado por todos os membros da realeza, onde ele aprendeu suas táticas primárias de ataque e defesa, o que impulsionaram as atrocidades que se seguiriam em seus próximos anos de vida.

Ele nasceu na Transilvânia – daí o título de ‘terra dos Vampiros’ -, no ano de 1431 e foi para Romênia pouco depois de seu nascimento. Vlad nunca demonstrou algum temperamento agressivo na infância, tendo possivelmento desenvolvido o seu lado agressivo quando estudou as táticas de luta mais tarde em sua vida.

Ascendeu ao trono pela primeira vez em 1448, porém tendo que entregá-lo dois meses depois da sua posse, devido a uma pressão feita por um antigo imperador, Hunyiadi. A volta de Vlad III ao poder aconteceu num ‘ataque’ estratégico, pois enquanto Hunyiadi invadia a Sérvia, Vlad invadia a Valáquia - capital do império Otomano. E como Hunyiadi morreu na batalha pela tomada da Sérvia, Draculea assumiu mais uma vez o trono otomano.

Dessa vez, governou por mais tempo, de 1456 a 1462. Foram durante esses seis anos que Draculea cometeu as atrocidades que deixariam seu nome na história, e que inspiraria Bram Stoker. As torturas não eram exclusivas de seus inimigos; até os súditos que desrespeitavam a autoridade de Vlad, ou simplesmente incomodassem o imperador, sofriam os terríveis atos desumanos de tortura.

Vlad III Draculea pode não ter sido o rei dos vampiros como descreve Bram Stoker, porém seus atos e seu menosprezo com quem ficasse em seu caminho podem ser comparados ao seu alter-ego do mundo da fantasia.

Entendendo melhor os Gladiadores

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A origem da palavra ‘Gladiador’ vem da palavra romana gladius, que era a espada usada pelo guerreiro nas lutas.  Todos os gladiadores eram escravos, prisioneiros de guerra ou desertores capturados, e só vencia quem ficasse até o final da luta, vivo. As lutas eram realizadas visando o entretenimento da população e do rei romano, o eterno César. Existem 6 tipos principais de gladiadores:

TRÁCIO
Havia pelo menos seis tipos de gladiadores comuns e outros dois a cavalo. Os trácios eram os únicos a lutar com a sica, uma espada curva. Como usavam um escudo pequeno, eles tinham também chapas de metal para proteger as pernas. O capacete com plumas era outra marca registrada

SECUTOR
Treinado para encarar o retiarius, era um “tanque de guerra” bem protegido. Tinha um grande escudo retangular e capacete mais liso (para não prender na rede do retiarius) e com pequenos buracos para os olhos (para evitar as pontas do tridente). Sua arma era uma espada

DIMACHAERI
Há poucos registros sobre este tipo de gladiador – os historiadores não sabem ao certo nem quem ele enfrentava nas arenas. Mas, pelo fato de usar só duas espadas, alguns especialistas acreditam que o dimachaeri era um dos gladiadores mais bem treinados

RETIARIUS
Era o tipo mais ágil e veloz, mas também o mais indefeso, pois tinha pouca proteção – nem sequer usava capacete. Encarava gladiadores “pesados”,como o secutor, usando só uma rede e um tridente. Para finalizar a luta, contava ainda com uma adaga

MURMILLO
Tinha o apelido de “homem-peixe” por usar um capacete com o desenho de um peixe na lateral. As armas e proteções eram similares às do secutor, podendo variar o escudo. As lutas entre trácios, murmillos e retiarius eram consideradas os verdadeiros clássicos das arenas

HOPLOMACHUS
Homenageava os guerreiros das falanges gregas, por isso portava uma lança, que podia ser usada junto com uma adaga ou com uma espada. Tinha boas proteções para o corpo, como o secutor, mas precisava se virar apenas com um pequeno escudo circular

ANDABATI
A cavalo, os andabatis se enfrentavam com um capacete com o visor tampado. É isso mesmo, um combate às cegas, sem escudo e portando apenas uma espada! Eles não eram do mesmo nível dos outros gladiadores e serviam mais como um “alívio cômico” durante os jogos

EQUITES
Gladiadores montados bem mais sérios que os andabati, combatiam entre si com uma lança e um escudo circular médio. Em alguns duelos, trocavam a lança por uma espada. Os equites podiam lutar em pares ou em grupos – atuando como uma cavalaria

Data-se do ano de 286 a.C o primeiro registro de uma luta de gladiadores, um ‘esporte’ que perdurou durante longos e sangrentos 7 séculos. O grande palco dessa batalha mortal era o imponente Coliseu, que segue até hoje como atração turística principal de Roma.
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Os 10 maiores mistérios de antigamente

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Entender o nosso passado é o que historiadores e antropólogos buscam fazer. Olhando para trás nós iremos testemunhar civilizações crescerem e caírem, conforme a humanidade anda por um caminho bem repetitivo de construção e destruição. Mesmo assim, existem algumas antigas culturas que nos parecem incrivelmente alienígenas, lendas e estranhos encontros lançam nada além de sombras sobre alguns destes povos. De alguns é dito que eram bem avançados e pacíficos para então desaparecerem com algum cataclisma, e outros, apesar das histórias e relatos de encontros, parecem nunca ter existido.

Confira então uma lista dos 10 maiores mistérios que dominaram os tempos antigos, e perduram até hoje.

10 – A idade das Pirâmides e da Esfinge

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A maioria dos egiptólogos acredita que a Grande Esfinge do platô de Giza tem cerca de 4.500 anos de idade. Mas esse número é só isso – uma crença, uma teoria, não um fato. Como Robert Bauval diz em “The Age of the Sphinx” (A Idade da Esfinge), “não há nenhuma inscrição – nem ao menos uma – seja entalhada em uma parede ou pilar ou escrito nos amontoados de papiros” que associe a Esfinge a esse período de tempo. Então, quando ela foi construída? John Anthony West desafiou a idade aceita do monumento quando notou a erosão vertical em sua base, que somente poderia ter sido causada por uma longa exposição a água em forma de chuvas fortes. No meio do deserto? De onde a água vinha? O que acontece é que esta área do mundo já experienciou tais chuvas – cerca de 10.500 anos atrás! Isso faria com que a Esfinge tivesse o dobro da atual idade aceita. Bauval e Graham Hancock calcularam que a Grande Pirâmide igualmente data de cerca de 10.500 a.C. – antecedendo a Civilização Egípcia. Isso aumenta as perguntas: quem as contruiu e porque?

9 – As Linhas de Nazca

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As famosas linhas de Nazca podem ser encontradas em um deserto há cerca de 321km ao sul de Lima, Peru. Em uma planície medindo aproximadamente 59 km de comprimento e 1.6 km de largura existem linhas e figuras gravadas que tem desconcertado os cientistas desde sua descoberta, nos anos 1930. As linhas correm perfeitamente retas, algumas paralelas umas às outras, muitas se cruzando, fazendo com que pareçam, para quem olha de cima, pistas de pouso de antigos aeroportos. Isto estimulou Erich Von Däniken em seu livro “Eram os deuses astronautas?” a sugerir que elas eram de fato pistas para naves extraterrestres. Mais intrigantes são as figuras gigantes de 70 – alguns animais gravados no solo – um macaco, uma aranha e um beija-flor, além de outros. O que estarrece é que essas linhas e figuras foram feitas em tal escala que só podem ser reconhecidas em uma alta altitude. Então qual o significado delas? Alguns acreditam que possuam algum propósito astronômico, enquanto outros acreditam que serviam para cerimônias religiosas. Uma teoria recente sugere que as linhas levam a fontes de água preciosa. A verdade é que ninguém realmente sabe.

8 – A localização de Atlântida

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Existem muitas, muitas, muitas teorias sobre a verdadeira localização de Atlântida. Nós recebemos a lenda de Atlântida de Platão, que escreveu sobre a bela, tecnologicamente avançada ilha-continente, em 370 a.C, mas a descrição que o filósofo fez de sua localização foi limitada e vaga. Muitos, é claro, concluíram que Atlântida nunca existiu. Aqueles que acreditam na sua existência têm procurado por evidências ou ao menos pistas em praticamente todo canto do mundo. As famosas profecias de Edgar Cayce dizem que remanescentes de Atlântida seriam encontrados perto de Bermuda, e em 1969 formações geométricas de pedras foram encontradas próximas a Bimini (também conhecida como “Estrada de Bimini”) o que os crentes dizem confirmar as predições de Cayce. Outros locais propostos para a localização de Atlântida incluem: Antártida, México, ao largo da costa da Inglaterra, possivelmente até ao largo da costa de Cuba (veja mais a frente). A controvérsia e as teorias irão certamente continuar até que alguém descubra uma placa dizendo “Bem-vindo à Atlântida. Coma no Joe’s.”

7 – O “sempre sinistro” Calendário Maia

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Existe muito alarido sobre as supostas profecias do Calendário Maia. Mais pessoas as temem, talvez, do que temeram as catástrofes previstas do ano 2000. Toda a preocupação está baseada na descoberta de que o calendário maia de “Conta Longa” (alguns o chamam também de “Conta Larga”) termina em uma data que corresponde ao nosso 21 de Dezembro de 2012. O que isto significa?  O fim do mundo por algum cataclisma global ou guerra? O início de uma nova era, uma nova Era para a humanidade? Profecias do tipo possuem uma longa tradição de não acontecerem. Mas a única maneira de sabermos com certeza é esperar e ver. Mas, de qualquer forma, em 2012 você pode pensar em fazer as suas compras de Natal antes

6 – A Múmia de Spirit Cave

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Em 1940, uma equipe de marido-e-mulher arqueólogos, Sydney e Georgia Wheeler, descobriram uma múmia em “Spirit Cave”, a 20 km leste de Fallon, Nevada. Ao entrarem em Spirit Cave eles descobriram os restos de duas pessoas envoltas em uma esteira de tule. Uma parte dos restos, enterrada mais fundo do que as outras, foi parcialmente mumificada (a cabeça e o ombro direito). Os Wheelers, com a ajuda de moradores locais recuperaram um total de 67 artefatos da caverna. Esses artefatos foram examinados no Nevada State Museum, onde estimaram que possuíam entre 1.500 e 2.000 anos de idade. 54 anos depois, em 1994, na Universidade da Califórnia, Riverside, o antropólogo R. Erv Taylor examinou dezessete dos artefatos de Spirit Cave utilizando espectrometria de massa. Os resultados indicaram que a múmia tinha aproximadamente 9.400 anos de idade – mais antiga do qualquer outra múmia norte-americana. Estudos posteriores determinaram que a múmia exibe características caucasóides similar aos Ainu (uma etnia japonesa), apesar de que uma associação definitiva ainda não foi estabelecida.

5 – Tesouros egípcios no Grand Canyon

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Na edição de 5 de Abril de 1909 do Arizona Gazette havia um artigo entitulado: “Explorations in Grand Canyon: Remarkable finds indicate ancient people migrated from Orient.” (Explorações no Grand Canyon: descobertas incríveis indicam que povos antigos migraram do Oriente) De acordo com o artigo, a expedição foi financiada pelo instituto Smithsonian e descobriu artefatos que iriam, se verificados, revirar a história convencional. Dentro de uma caverna, “talhada na rocha, por mãos humanas”, foram encontrados tabletes com hieróglifos, armas e ferramentas de cobre, estátuas de deidades egípcias e múmias. Apesar de altamente intrigante, a veracidade da história é questionada porque o sítio numa mais foi reencontrado. O Smithsonian nega qualquer conhecimento da descoberta, e várias expedições à procura da caverna voltaram de mãos vazias. Seria o artigo só um boato? “Apesar de não se poder ignorar que toda a história possa ser uma elaborada fraude de um jornal,” escreve o pesquisador/explorador David Hatcher Childress, “o fato de que estava na primeira página, citava o prestigioso Instituto Smithsonian, e ter dado uma história altamente detalhada que continuava por várias páginas, concede um grande valor a sua credibilidade. É difícil acreditar que uma história do tipo tivesse saído do nada.” Os que apóiam a descoberta alegam que as áreas restritas do Canyon são evidência de um encobrimento da verdade.

4 – Mu ou Lemúria

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O legendário mundo perdido de Mu, também chamado de Lemúria, é quase tão famoso quanto a Atlântida, e de fato, às vezes ficam próximos de se igualar. De acordo com a tradição de muitas ilhas do Pacífico, Mu era um paraíso tropical tipo “Éden”, localizado em algum lugar do Pacífico e que afundou, junto com todos os seus belos habitantes há milhares de anos atrás (parece familiar…). Como Atlântida, existe um debate se realmente existou, e se sim, onde.

3 – Viagens às Américas

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É dito que Cristóvão Colombo “descobriu” a América, mas é claro que nós todos sabemos melhor do que isso, muito antes dele pessoas/povos estiveram aqui, até mesmo se assentaram. Nativo-americanos chegaram aqui muitos séculos antes de Colombo, e há boa evidência que exploradores de outras civilizações ganharam de Colombo nessa também. Artefatos foram descobertos que sugerem que antigas culturas exploraram o continente. Cerâmica e moedas gregas e romanas foram encontradas nos Estados Unidos e México; estátuas de Osíris e Ísis foram encontradas no México, assim como há evidências de egípcios no Grand Canyon (veja acima). Antigos artefatos hebreus e asiáticos também foram encontrados. Estórias de viajantes de terras distantes em mitos e folclore nativos também sugerem a probabilidade. A verdade é que nós sabemos muito pouco à respeito das antigas culturas viajantes.

2 – A Cidade Submersa ao largo da costa de Cuba

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Em maio de 2001, uma empolgante descoberta foi feita pela Advanced Digital Communications (ADC) que estava mapeando o fundo do oceano nas águas territoriais de Cuba. As leituras do Sonar revelaram algo inexperado e um tanto incrível há 60 metros abaixo: pedras dispostas em um padrão geométrico que pareciam muito com as ruínas de uma cidade. “A natureza não poderia criar algo tão simétrico. Isto não é natural, mas nós não sabemos o que é”, disse Paul Weinzweig, da ADC. Uma grande cidade submersa? A National Geographic demonstrou um grande interesse no sítio e esteve envolvida em investigações subseqüentes. Em 2003, um minisubmarino mergulhou para explorar as estruturas. Paulina Zelitsky, da ADC, disse que viram uma estrutura que “parecia ter sido um grande centro urbano. Entretanto, seria totalmente irresponsável dizer o que era antes de se ter evidência.”

1 – As ruínas submersas do Japão

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Ao largo da costa sul de Okinawa, Japão, de 6 à 30 metros sob a água jaz enigmáticas estruturas que podem ter sido construídas por alguma antiga “civilização perdida”. Os céticos dizem que as formações em fileiras tem origem provalmente natural (o que parece loucura ao se olhar as fotos). “Então, no final do verão do ano seguinte,” escreve Frank Joseph em um artigo para o Atlantis Rising, “outro mergulhador ficou chocado ao ver um grande arco ou portão de enormes pedras belamente encaixadas na maneira da construção pré-histórica encontrada junto as cidades Incas do outro lado do Oceano Pacífico, nos Andes da América do Sul.” Isso parece confirmar que as ruínas foram feitas pelo homem. A arquitetura inclui o que parecem ser ruas pavimentadas e cruzamentos, grandes formações parecidas com altares, escadarias levando à amplas praças e caminhos processionais sobrepujados por pares de altas estruturas que lembram postes. Se é uma cidade submersa, é enorme. Tem sido sugerido que é a cidade perdida de Mu, ou Lemúria.

Recomendo à quem se interessa nessa assunto, se não leu ainda, o livro ‘Eram os Deuses Astronautas’, um excelente livro para os fiéis da ‘Teoria da Conspiração’.

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