Sessão Pipoca

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Vamos de uma Garota Infernal para uma completamente irritante. É a trama de (500) Dias Com Ela, na estréia do diretor Marc Webb, nas telas do cinema. Comentários meus sobre essa película, que aparenta ser bastante interessante, serão inúteis (sim, não vi ainda), porém já é possível avaliar a inovação do gênero ‘comédia romântica’.

As pessoas vão ao cinema assistir uma comédia romântica: um casal, que durante o filme passa por várias situações inusitadas. Perto do final, eles têm uma briga feia e se separam temporariamente. E quando todos na sala acham que o amor não terá mais volta, os dois se reconciliam e vivem felizes para sempre.

Uma trama completamente diferente do que aparenta ser (500) Dias Com Ela. Antes de mais nada, o trailer e a sinopse:

Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado. Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.

E para fechar com chave de ouro a nossa segunda Sessão Pipoca, mais uma crítica do Pipoca Combo. Pelo que parece, os caras gostaram bastante do filme:

“O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca”. É assim que começa (500) Dias com Ela. Este é o primeiro longa de Marc Webb, conhecido diretor de videoclips, que conquistou público e crítica no Sundance e chega ao Rio cercado de expectativas. A trama parece ser mais uma comédia romântica, mas só parece. Bem, comédia até que é. Romântica, não necessariamente.

Summer, a mocinha (Zooey Deschanel, sósia da cantora Kate Perry), é descolada e apaixonante. Tom, o mocinho (Joseph Gordon-Levitt, extremamente semelhante ao saudoso Heath Ledger), é um típico nerd que acredita que vai encontrar sua alma gêmea. Ele, claro, se apaixonada por ela, mas a moça não quer compromisso sério porque simplesmente não acredita no amor. Ainda assim, Tom se envolve com Summer e o que vemos na tela são, justamente, os 500 dias em que vive em função da garota que julga ser a mulher dos seus sonhos.

Por muitas vezes, Summer é doce e adorável. Até o expectador se encanta por ela. Mas, como vemos o filme sempre da perspectiva de Tom, percebemos que a moça também consegue ser indiferente e cruel. Algumas das frases mais dolorosas que os apaixonados nunca podem ouvir saem dos lábios carnudos de Summer. A menina não tem dó nem piedade de seu amado.

Claro que, com um diretor que veio do mundo da música, a trilha sonora tinha que ser destaque do longa. O momento em que Tom canta Here comes your man, do Pixies, é hilário. E as intervenções com She´s like the wind, idem. A trilha, aliás, é um personagem tão importante do filme quanto Summer e Tom. A linguagem da produção, de um modo geral, é bastante particular, imprimindo um estilo marcante para o jovem cineasta Webb, que conseguiu aproveitar na telona toda sua experiência visual com os clipes.

O que diferencia (500) Dias com Ela das outras comédias românticas é que, neste caso, não há romance, mas também não vemos o amor não correspondido. Porque Summer gosta de Tom, mas não o suficiente. E isso é o que nos torna cúmplices dele, e faz com que o filme seja criativo e inteligente, apesar de sua visão dolorosa, mas bastante verdadeira, do amor.

Após assistir ao longa, só um pensamento me vem a cabeça: que Tom – e todos aqueles que um dia já foram rejeitados - viva muito bem 500 dias sem ela.

Improvável da semana

Parece que o Andy e o ‘Tradução Simultânea’ estão num romance, um hilário romance. Depois de seu dialeto fluente em russo e indígena, o Barbixa mais engraçado (na minha opinião) ataca novamente de poliglota. O resultado, vocês conferem logo abaixo nessa brincadeira que chegou pra ficar. Barbixas e Marco Luque, brincadeira da Tradução, valendo:


Meu deus, ó o meu Fuca ali!

U2 confirmado no Brasil!

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Não tenho nem palavras necessárias que possam descrever o êxtase desse blogueiro a quem vos escreve ao descobrir: U2 irá vir ao Brasil! E melhor: 4 shows! A confirmação vem da colunista do jornal Estado de São Paulo, Sonia Racy, que por sua vez ficou sabendo através de Jânio Quadros Neto (sim, neto do ex-presidente brasileiro), simplesmente um amigo íntimo de ninguém menos que Bono Vox.

A produtora Live Nation já teria fechado um pacote de 4 shows com a banda irlandesa, com data prevista para a metade de novembro do ano que vem. Seriam 3 shows na ‘casa’ da banda aqui no Brasil, o estádio Morumbi em São Paulo (os dois shows que a banda realizou até agora no Brasil foram lá), e mais um no Rio de Janeiro, provavelmente no Maracanã.

A nova turnê da banda vem estremecendo cada local que passa. Só na Europa, 4,5 milhões de pessoas já assistiram à Turnê 360º Graus. Nos EUA, a média de público são absurdos 80 mil por show. O YouTube transmitiu ao vivo o histórico show realizado em Passadena, na cidade americana de Los Angeles. A audiência do site de vídeos no link do show, foi de estratosféricos 18 milhões de pessoas!

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Na foto acima já pode ter uma noção do espetáculo que é o show da turnê da banda. 12 milhões de dólares: esse é o valor para cada montagem do palco em formato de 360º graus (daí o nome da turnê). E é esse preço que provavelmente fará os ingressos saírem caros, com preços que variarão de 200 até 600 reais.

Para os fãs que acompanham mais a banda, e estão por dentro das notícias recentes, confiram logo abaixo o setlist mais usados na turnê:

1. Breathe
2. Get On Your Boots
3. Magnificent
4. Mysterious Ways
5. Beautiful Day
6. I Still Haven’t Found What I’m Looking For
7. Stand By Me
8. Stuck In A Moment
9. No Line On The Horizon
10. Elevation
11. In A Little While
12. Unknown Caller
13. Until The End Of The World
14. The Unforgettable Fire
15. City Of Blinding Lights
16. Vertigo
17. Crazy Tonight
18. Sunday Bloody Sunday
19. MLK
20. Walk On
21. One
22. Where The Streets Have No Name

Encore(s):

23. Ultra Violet (Light My Way)
24. With Or Without You
25. Moment of Surrender

E uma das músicas mais marcantes do show é o remix do single I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight. Uma mistura bem feita de rock com música eletrônica, que surpreende pela interatividade que todos (até o Larry) integrantes da banda têm com o público durante a música:

Agora nos resta esperar exatamente 1 ano para que as terras da nossa pátria tremam com a chegada da maior banda do planeta (a revista Rolling Stone os intintula assim, não sou só eu). Até lá, vocês poderão conhecer mais um pouco da história do ‘quarteto fantástico de Dublin’, no especial que estamos preparando sobre a banda. Qualquer informação que queiram saber a respeito do show, ou no geral sobre a banda, contatem o fanático aqui, que com certeza saberei.

As placas para 2016

Todo brasileiro que se preze já sabe: será em terras verde-amarelas as Olimpíadas de 2016. E a cidade representante é o pacífico Rio de Janeiro, cidade exemplar no quesito tráfico e crime organizado. E o Lista10 elaborou 10 hilárias placas que a polícia carioca deveria tomar como base para orientar os milhões de turistas que lotarão a cidade maravilhosa em 2016:

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As 10 melhores cervejas do mundo

Uma das três paixões máximas brasileiras, a cerveja também é ícone de idolatração em vários países ao redor do mundo. E quando o assunto é a loira gelada, muitos já trazem a Alemanha na cabeça. Pois o país produz sim, cervejas de incrível qualidade, e que despontam na preferência de muitos. Porém, pelo que se pode ver na lista abaixo, quem tecnicamente domina a arte de produzir uma boa cerveja, é a Bélgica. E o Brasil também não está mal:

Westvleteren 12 (Bélgica): Só está a venda na abadia Saint Sixtus of Westvleteren Westvleteren Trappist. Os clientes precisam concordar em não revendê-las para terceiros. 12 garrafas custam 36 euros.

Three Philosophers (EUA): Cerejas frescas são usadas em sua formulação. O sabor, claro, traz cerejas ao marasquino, vinho do porto e um quê de chocolate amargo.

Strong Suffolk Vintage Ale (Inglaterra): É a única cerveja da Inglaterra que passa por um processo de dois anos de maturação em tonéis feitos de carvalho. Importada pela Boxer

Ola Dubh 40 (Escócia): A cerveja tomar notas acentuadíssimas de uísque, madeira e baunilha (e leves de café). É complexa e merece ser degustada com calma e reverência.

Colorado Indica (Brasil): Estilo India Pale Ale, esta cerveja de alta fermentação é elaborada artesanalmente com generosas quantidades de malte, lúpulo e rapadura

Rochefort 8 (Bélgica): A Trappistes Rochefort 8º é uma cerveja belga trapista, do estilo Belgian Dark Strong Ale, produzida pela Abadia de Notre-Dame de St. Remy. Importada pela Casa da Cerveja

Cuvée Van de Keizer (Bélgica): A Gouden Carolus Cuvée van de Keizer Blauw é uma cerveja especial, fabricada apenas no dia 24 de fevereiro de cada ano, data do aniversário do imperador Charles V. De coloração vermelho rubi, quase preta. importadora armazén do nono

Lust Prestige (Brasil): A Eisenbahn Lust Prestige também é fabricada pelo método champenoise. Depois da fermentação pelo método convencional, a cerveja segue para uma vinícola, onde passa por uma segunda fermntação dentro da garrafa

Guinness (Irlanda): Precisa falar mais?

Pilsner Urquell (República Tcheca): A Pilsner Urquell é uma autêntica representante do estilo Bohemian Pilsener, com origem na cidade de Plzen, na República Checa.

Acreito que antes de qualquer decisão final, todas as cervejas citadas acima (e mais algumas) deveriam passar pela aprovação de Zeca Pagodinho, especialista já com anos (e litros) de experiência na área.

Piadas à parte, só tive o prazer de experimentar 7 das cervejas acima. E confirmo todas na escolha de melhores do mundo. Ainda quero ir lá na abadia de nome esquisito e complicado, localizada na Bélgica, com 36 euros na mão e provar dessa cerveja tão exclusiva. E já aproveitar o passeio para saborear as outras duas cervejas bélgicas que estão em alta nos paladares mundiais.

Me arriso ainda a dizer a melhor das 7 já experimentadas: Eisenbahn Lust Prestige. Uma cerveja diferenciada de qualquer uma produzida aqui em terras brasileiras. A fabricação pelo método champenoise já define todas as qualidades desse produto, além da segunda fermentação feita numa vinícola.

A esquecida da lista? Garanto que pelo menos um que leu esse post também pensou o mesmo: cadê a Budweiser? Pois é, ‘the king of beers’ foi destronada. Porém a Three Philosophers, que também é fabricada nos EUA, também merece seus méritos e duela de igual para igual com a Bud.

Beber em excesso traz problemas

Uma imagem que deveria ser usada em reuniões do AA. Com certeza levaria a curas imediatas. Imagine você naquele fim de semana frenético, altas baladas, e com as baladas, a bebida em excesso. Na hora é bom, mas na manhã seguinte, pode não ser tão agradável assim:

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Ou seja, não beba!

Feliz Dia das Bruxas!

Antes que o dia acabe, Feliz Dia das Bruxas/Sogras!

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Pense bem antes de dar um energético ao seu filho:

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Fica o aviso!

Inexplicável

Sabe aqueles momentos em que você olha e fica com aquele ponto de interrogação na cara? Este é um bom exemplo:

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Agora me expliquem. O que esse carinha com jeitão de pervertido sexual faz com uma máquina de costurar (?) na mão, enquanto há dois policiais atrás auxiliando no que parece ser um acidente de ônibus (óbvio que é)?

Dando aula de violão

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Sempre apreciei um bom solo de violão. Quanto mais difícil e mais movimentação existe nos dedos, mais impressionante o solo se torna. Todo mundo já deve ter ouvido aquele tema da trilogia Piratas do Caribe. Uma batida meio eletrônica, meio rock. Agora imagine isso tocado num violão. O cara aí debaixo fez:


Moleza, já tô preparando o meu vídeo tocando ‘Acelerou’, do Calypso.

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